Mostrar mensagens com a etiqueta Há dias assim. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Há dias assim. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, agosto 20, 2012

Amo-te


Amo-te...
Poderia ter dito tanto e no entanto...
Assim foste apesar de todos os meus argumentos
Foste sem olhar para trás e deixaste-me num pranto
Não me viste, não olhaste pro meus sentimentos
Amo-te...
Sim, reconheço que não te disse o quanto te amava
Não te falei do sofrimento que passava
E fiquei sem alternativa, senão ver-te partir
E disfarcei o sofrimento com o meu mau sorrir
Amo-te...
Fica comigo, deveria te dizer
Acolhe esta alma perdida
Seria também algo a dizer
mas...agora a saudade leva-me a este ponto sem saída

Palavras perdidas na ultima Primavera...
Abraço-te

quinta-feira, junho 07, 2012

A Rotunda

É difícil permanecer onde estou
Mais complicado é de sair
Não sei para onde vou
Mas sei para onde não quero ir

Parece "frase feita"...eu sei
Mas foi por onde comecei

E assim estou onde, sem querer
No meio da rotunda, as voltas sem o perceber

Tenho de me fazer a estrada
Esta que já há algum tempo começou
Esta que continua inacabada
Sem retomar o que já passou

"A Janela só se abre após o fecho de uma Porta"
Que se abram todas as Janelas
Que se abram todas as Portas


Abraço-te

quarta-feira, agosto 17, 2011

A Janela

Utilizo toda a tinta disponível na minha esferográfica, 
com ela escrevo num caderno de folhas sem linhas, tudo o que escrevo dão cor a essas paginas pálidas, agora com um conjunto de palavras que formalizam algumas frases, todas elas vão ao teu encontro, não com intenção ou convicção de colocar esse propósito, mas acho que, assim acontece, sem mesmo dar conta. E sem que, por esta janela elas desapareçam, refaço o que escrevo, e condenso numa só palavra, deixo partir por esta noite cheia de lua.

Não há meio nem forma de se perder pelo caminho que,
como nós sabemos,
não tem nada de curto nem certo, muito pelo contrário, cheio de altos e baixos,
de montes e vales, de rios e de mares, cheio de terra, de céu e oceanos.
Com um seguro sentido, um sentido valido, valido na certeza de que, não irás ter dificuldade em decifrar-la, receberás por certo com um sorriso rasgado pela felicidade, com um conforto cheio de esperança,
cheio de mim.

Dás um passeio,
imaginando o mesmo feito pelos dois, abraçados trocando beijos e caricias,
observas o horizonte, iluminado pelo luar, até onde a vista pode alcançar, um arrepio dos tornozelos à ponta dos cabelos, faz mudar a direcção do teu olhar. Olhas para a lua, com esperança que algum sinal,
sentes os cheiro das flores, o cheiro do mar, o silencio da noite de luar,
um calor extraordinário, cheio de mim, invade a tua alma, o teu corpo,
transformando todas as tuas duvidas em certezas, o teu frio em um fogo muito próprio nosso,
fechas os olhos, como consentimento de mensagem entregue,
sussurras baixinho Abraço-te  também. 


Abraço-te

quinta-feira, junho 30, 2011

Sentidos no Ar



Dou-te uma mão
Um sorriso destemido
Substituirá com o tempo o teu olhar perdido

Dou-te um abraço
Um calor infundado
Substituirá com o tempo o teu olhar apaixonado

Dou-te um beijo
Um sinal de muito carinho
Substituirá com o tempo o inicio de um longo caminho

Dou-te o que quiseres
Um gesto de carência
Substituirá com o tempo o fim da tua ausência


Abraço-te

quarta-feira, junho 15, 2011

Na Noite...


Na Noite…
Onde tudo e de tudo estava a acontecer
As ruas que dançavam ao som da tua alegria
As avenidas paravam, deixando-se contagiar pelo teu ser
E entre cruzamentos ditavam o que o “amanhã” dizia.

Na Noite…
Em que o imprevisto passou a ser uma forma de estar
Os miradouros que pedem as nuvens para desaparecer
E toda a cidade se deslumbra ao teu olhar
Até o castelo, com o teu sorriso, quis dar o seu parecer!

Na Noite…
Em que as estrelas brilharam mais pela tua presença
A lua em quarto crescente dita a sua sentença
Lisboa com a sua magnifica luz, acolhe-te iluminada
E Todas, pelo teu sorriso, ficam encantadas...

Na Noite…
Em que o caminho era feito sem pensar
Sem hora, sem tempo…apenas o momento
E um beijo roubado registou no pensamento
A vontade de te abraçar!

Abraço-te

sábado, junho 11, 2011

No Dia...

(...) no dia que se adivinhava parecer um pouco menos cinzento do que os dias passados, fez com que acordasse um pouco mais disposto a enfrentá-lo, embora um pouco mais frio dos que os últimos que, por momentos pensei que já tinha chegado o verão e não tinha dado conta, apresentava-se com o sol mais fraco, e com muitas duvidas em se revelar, nas horas que se seguiam. Mas com animo, a rotina, iria se apoderando dele, e de mim, apesar de um sorriso, entre algumas caras feias, a jeito de não me deixar dominar por tantos desconfortos rotineiros, algo veio quebrar todos eles, sem ter a noção, naquela altura, de quantificar o seu tamanho. Não é fácil medir o que tamanho não tem, não é fácil por palavras descrever o que não tem discrição possível aos olhos de quem não acredita que, todos temos os nossos momentos, daqueles que não acreditam que, sonhar é perder o momento, e esse quando damos conta...já passou! A facilidade da escrita é mesmo isto, trocadilhos, atrás de trocadilhos, para escrever o que quer que seja, e descrever uma história, uma aventura ou desventura, um acaso, algo com ou sem sentido, não dando muita importância às palavras, não, não é esse o meu objectivo, pois o que escrevo tem o seu propósito, e por isso, voltando ao momento que iria resultar num imprevisto, e sim, sei que eles existem, e por vezes, esqueço-me que tudo pode acontecer, mesmo sem nenhuma razão aparente ou altura certa de acontecer, o animo que já tinha desaparecido, não sei muito bem onde, deu lugar a uma espécie de realidade anormal, sim, de facto anormal, não pela realidade, mas pelo imprevisto, pelo meio de tanto que se poderia classificar como...mais um dia? mas não tem classificação, não é justo, não sei o que será justo, mas sei que isto não o é, apenas o justifico como "não sei que caminho levo, mas sei que este não quero levar!" e outro caminho tomei, e tudo, e de tudo, e por tudo e sobretudo aconteceu...há dias assim, estava longe de saber como iria terminar este dia, no dia que se adivinhava parecer um pouco menos cinzento do que os dias passados, fez com que acordasse um pouco mais disposto a enfrentá-lo, embora um pouco mais frio dos que os últimos que, por momentos pensei que já tinha chegado o verão e não tinha dado conta, apresentava-se com o sol mais fraco, e com muitas duvidas em se revelar, na horas que se seguiam. Mas com animo, a rotina, iria se apoderando dele, e de mim, apesar de um sorriso, entre algumas caras feias, a jeito de não me deixar dominar por tantos desconfortos rotineiros, algo veio quebrar todos eles, sem ter a noção, naquela altura, de quantificar o seu tamanho. Não é fácil medir o que tamanho não tem, não é fácil por palavras descrever o que não tem discrição possível aos olhos de quem não acredita que, todos temos os nossos momentos, daqueles que não acreditam que, sonhar é perder o momento, e esse quando damos conta...já passou! A facilidade da escrita é mesmo isto, trocadilhos, atrás de trocadilhos, para escrever o que quer que seja, e descrever uma história, uma aventura ou desventura, um acaso, algo com ou sem sentido, não dando muita importância às palavras, não, não é esse o meu objectivo, pois o que escrevo tem o seu propósito, e por isso, voltando ao momento que iria resultar num imprevisto, e sim, sei que eles existem, e por vezes, esqueço-me que tudo pode acontecer, mesmo sem nenhuma razão aparente ou altura certa de acontecer, o animo que já tinha desaparecido, não sei muito bem onde, deu lugar a uma espécie de realidade anormal, sim, de facto anormal, não pela realidade, mas pelo imprevisto, pelo meio de tanto que se poderia classificar como...mais um dia? mas não tem classificação, não é justo, não sei o que será justo, mas sei que isto não o é, apenas o justifico como "não sei que caminho levo, mas sei que este não quero levar!" e outro caminho tomei, e tudo, e de tudo, e por tudo e sobretudo aconteceu...há dias assim, estava longe de saber como iria terminar este dia, (...)

Abraço-te 

sexta-feira, março 11, 2011

Assim estou...

Assim estou e assim fico, de facto admito
Estar sem estar num estado indefinido
Pensar em estar sem atrito
Ler sem imaginar-te lendo contido

Não fiques assim por me ler
São palavras escritas em vários momentos
Que vão mudando com os ventos
Ficam todos os sentimentos
Que é muito mais do que possa escrever

Deixo-te as curiosidades
Do nosso encontro
Irá deixar saudades
Para um reencontro

Onde estas? Pois não sinto a tua presença
O que fazes? Pois não sinto o teu braço
Onde sonhas acordado? Isso faz muita diferença
O que sentes? Não vês o que faço?

Apenas abraça-me sem me abraçar
Assim toca-me sem me tocar
Arranca o meu sorriso a brilhar
Farei tudo isso no nosso Sonhar


Abraço-te

quinta-feira, agosto 19, 2010

Há Dias Assim!!!

Contemplo os dias passados na minha memoria
Tento realçar o melhor, para viver o futuro em gloria
Não sei dizer quais os melhores momentos
Deixo-te a confusão dos sentimentos
Confusão, talvez um termo forte e devastador
Longe de mim...Não quero causar dor
Tudo se transforma e tem solução
Desde que tudo seja feito com o coração
Deixo-te a letra da ultima canção

"Há uma canção
Que não te cantei
Versos por rimar
Poemas que nunca inventei
Quem nos pôs assim
A vida rasgada?
Quem te me levou
Roubou-me a alma
Mas de ti não sabe nada"

Abraço-te

segunda-feira, agosto 02, 2010

Fragmentos...

Fragmentos de umas tardes de verão
E de uns dias de sol...


"Se no entender de muitos... Um abraço é um abraço!!!
No meu entender um abraço é tudo
Para muitos um carinho... Sobretudo
Para mim defino como um dos meus traços!!!

Um de muitos que fazem a minha composição
Grandes afectos... Que me transmitem
Um conjunto de traços... Na minha visão
Todos eles uma história definem

Os traços que me criam alguns embaraços
Mas sem eles não viveria
Cheio de emoções, sensações e alegrias
A minha vida é toda cheia de abraços

Todos os que posso receber
Todos os que posso oferecer
Sempre que te possa dar
Abraço-te sem te abraçar"

quarta-feira, julho 21, 2010

" untitled "






Abraça-me, sim, Abraça-me...
...isso com força!!!
Estou mesmo a precisar de um Abraço TEU!!!







Abraço-te

quinta-feira, julho 15, 2010

Há Dias Assim...


O sms por nós hoje trocado, dizia...
Há Dias Assim
Não me senti melhor, sabias...
Agradeço amigo... Há Dias Assim

Reconheço a tua boa vontade
Não irá ser fácil de verdade
Trocar este... Há Dias Assim
Por dias sem saudade

Once again
I try to live without pain
But like a song says...
I miss you like the deserts miss the rain

Reconheço esta minha fase de loucura abstracta
Não sem uma boa dose de sensatez
Na verdade não é propriamente do que se trata
Mas talvez sim, uma historia começada por...Era uma vez

E...Era uma vez
Reconheço que Há Dias Assim
Aguardo por essa sensatez
Espero melhores dias enfim !!!




Letra da musica
Song writer(s): Augusto Madureira
Um poema excelente, letra da canção de Portugal

Abraço-te

sábado, maio 29, 2010

Sei que um dia saberás



Há dias assim
Que nos deixam sós
A alma vazia
A mágoa na voz
Gastámos as mãos
Tanto as apertámos
Já não há palavras
Foi de tanto as calarmos

Há uma canção
Que não te cantei
Versos por rimar
Poemas que nunca inventei
Quem nos pôs assim
A vida rasgada?
Quem te me levou
Roubou-me a alma
Mas de ti não sabe nada

Há dias assim
Não há que esconder
Recear palavras
Amar ou sofrer
Ocultar sentidos
Fingir que não há
Há dias perdidos
Entre cá e lá

Há uma canção
Que não te cantei
Versos por rimar
Poemas que nunca inventei
Quem nos pôs assim
A vida rasgada?
Quem te me levou
Roubou-me a alma
Mas de ti não sabe nada

Sei que um dia saberás
Que a vida é uma só
Não volta atrás

Quem nos pôs assim
A vida rasgada?
Quem te me levou
Roubou-me a alma
Mas de ti não sabe nada


Song writer(s): Augusto Madureira
Um poema excelente, letra da canção de Portugal


Abraço-te