Na Noite…
Onde tudo e de tudo estava a acontecer
As ruas que dançavam ao som da tua alegria
As avenidas paravam, deixando-se contagiar pelo teu ser

E entre cruzamentos ditavam o que o “amanhã” dizia.
Na Noite…
Em que o imprevisto passou a ser uma forma de estar
Os miradouros que pedem as nuvens para desaparecer
E toda a cidade se deslumbra ao teu olhar
Até o castelo, com o teu sorriso, quis dar o seu parecer!
Na Noite…
Em que as estrelas brilharam mais pela tua presença
A lua em quarto crescente dita a sua sentença
Lisboa com a sua magnifica luz, acolhe-te iluminada
E Todas, pelo teu sorriso, ficam encantadas...
Na Noite…
Em que o caminho era feito sem pensar
Sem hora, sem tempo…apenas o momento
E um beijo roubado registou no pensamento
A vontade de te abraçar!
Abraço-te