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sexta-feira, maio 27, 2011

Os Pedaços


Faço e desfaço-me em pedaços, quero reconstruir todo o meu ser, eu mesmo em perfeita harmonia, leva-lo a um nível inatingível, mas…ficarei pelo impulso? Por querer ser o que não tenho sido, querer fazer o que ainda não fiz, uma reconstrução difícil… Apresento em mim várias dificuldades, apropriadas para evitar a reconstrução, como se de mim há a iniciativa de rejuvenescimento, e de mim também a força de me manter com estou.
As duas faces de mim...

Uma em fúria, outra em desespero, pelo rejuvenescimento, outra marcada pelo tempo, seja ela pela experiencia ou pela novidade imposta. Quero renascer das minhas próprias cinzas, negras, desfeitas pela experiência, embora ela não sendo importante neste momento, pesa neste corpo que necessita de mais uma mudança...

Assim como o tempo que variavelmente muda
O frio que congela os meus ossos
Assim como o sol, esconde-se em nuvens cinzentas
E a chuva…que venha a chuva regar a minha alma
Que venha a chuva desfazer-me pela terra
E nela crescer com o primeiro ar da primavera

Sim a primavera…
Assim posso nascer…
E mais um ciclo encerra e outro se inicia
E tudo recomeça…

E o tempo corre…E o tempo corre…
É agora o Momento? Este momento …já passou
E os pedaços de mim, onde estão?
Reconstrução…não me parece
E se assim acontecer…
Continuo…
Abraço-te sem te ver!

Abraço-te

quarta-feira, setembro 01, 2010

A fuga...

Abano ... em mais balada
Tremo por cada passo
Balanço ... em mais uma estrada
Desconheço o que faço

Fujo do que não quero encontrar
Do que penso ... talvez o principal motivo
Não quero ... este caminho continuar
Assimilo as palavras que cativo

Fujo deste meu longo ... caminhar
Não é verdadeiro o que escrevo
Não vejo outra forma ... nem tento achar
Razão, argumento, sobre o que vejo

Apenas fujo da minha própria alma
Destemida, furiosa e macabra

...Sinto-me preso à sua razão
...Aos seus sentimentos, ao coração
...Quero fugir, correr, desaparecer
...Quero me desprender

Fujo do que não me acalma
Está decidido é a minha Palavra



Abraço-te

domingo, fevereiro 15, 2009

Incógnito

Soltei as minhas palavras
Pelo som da musica
Deixei-me envolver pelo seu ritmo
E abracei a tua atenção... Em mim
Revelei o som do meus ritmos
Revelei as imagens esquecidas
De uma grande paixão
Retida em actos menos próprios da condição do nosso ser
Onde tudo se inicia e tudo termina
E no final...

"São os nossos demónios
Os nossos melhores amigos"

O silencio no escuro 
Revela o vazio das palavras
E entra a contradição às nossas acções
Revelei o que não está ao alcance de alguém
A loucura de cada um é um ponto forte
Em acções adversas à sua própria aparência
Revelei o meu lado incógnito
O meu lado infinito do meu próprio ser
O meu lado incapaz de ficar indiferente
À tua presença ao teu olhar
Ao teu...

Sorriso


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