quarta-feira, junho 22, 2011

A Vontade...

A vontade que tenho é a liberdade
Seja ela da forma que tiver de ser
Seja ela definida como capacidade
De ser feliz e sorrir mesmo sem te ver

A vontade que tenho é o estar
Seja de uma forma presente
De outra forma não poderei partilhar
O teu sorriso de uma forma permanente

A vontade que tenho é o viver
Seja de forma saudável
Conjugada com o nosso querer
O sorrirmos de forma incansável

Abraço-te

quarta-feira, junho 15, 2011

Na Noite...


Na Noite…
Onde tudo e de tudo estava a acontecer
As ruas que dançavam ao som da tua alegria
As avenidas paravam, deixando-se contagiar pelo teu ser
E entre cruzamentos ditavam o que o “amanhã” dizia.

Na Noite…
Em que o imprevisto passou a ser uma forma de estar
Os miradouros que pedem as nuvens para desaparecer
E toda a cidade se deslumbra ao teu olhar
Até o castelo, com o teu sorriso, quis dar o seu parecer!

Na Noite…
Em que as estrelas brilharam mais pela tua presença
A lua em quarto crescente dita a sua sentença
Lisboa com a sua magnifica luz, acolhe-te iluminada
E Todas, pelo teu sorriso, ficam encantadas...

Na Noite…
Em que o caminho era feito sem pensar
Sem hora, sem tempo…apenas o momento
E um beijo roubado registou no pensamento
A vontade de te abraçar!

Abraço-te

sábado, junho 11, 2011

No Dia...

(...) no dia que se adivinhava parecer um pouco menos cinzento do que os dias passados, fez com que acordasse um pouco mais disposto a enfrentá-lo, embora um pouco mais frio dos que os últimos que, por momentos pensei que já tinha chegado o verão e não tinha dado conta, apresentava-se com o sol mais fraco, e com muitas duvidas em se revelar, nas horas que se seguiam. Mas com animo, a rotina, iria se apoderando dele, e de mim, apesar de um sorriso, entre algumas caras feias, a jeito de não me deixar dominar por tantos desconfortos rotineiros, algo veio quebrar todos eles, sem ter a noção, naquela altura, de quantificar o seu tamanho. Não é fácil medir o que tamanho não tem, não é fácil por palavras descrever o que não tem discrição possível aos olhos de quem não acredita que, todos temos os nossos momentos, daqueles que não acreditam que, sonhar é perder o momento, e esse quando damos conta...já passou! A facilidade da escrita é mesmo isto, trocadilhos, atrás de trocadilhos, para escrever o que quer que seja, e descrever uma história, uma aventura ou desventura, um acaso, algo com ou sem sentido, não dando muita importância às palavras, não, não é esse o meu objectivo, pois o que escrevo tem o seu propósito, e por isso, voltando ao momento que iria resultar num imprevisto, e sim, sei que eles existem, e por vezes, esqueço-me que tudo pode acontecer, mesmo sem nenhuma razão aparente ou altura certa de acontecer, o animo que já tinha desaparecido, não sei muito bem onde, deu lugar a uma espécie de realidade anormal, sim, de facto anormal, não pela realidade, mas pelo imprevisto, pelo meio de tanto que se poderia classificar como...mais um dia? mas não tem classificação, não é justo, não sei o que será justo, mas sei que isto não o é, apenas o justifico como "não sei que caminho levo, mas sei que este não quero levar!" e outro caminho tomei, e tudo, e de tudo, e por tudo e sobretudo aconteceu...há dias assim, estava longe de saber como iria terminar este dia, no dia que se adivinhava parecer um pouco menos cinzento do que os dias passados, fez com que acordasse um pouco mais disposto a enfrentá-lo, embora um pouco mais frio dos que os últimos que, por momentos pensei que já tinha chegado o verão e não tinha dado conta, apresentava-se com o sol mais fraco, e com muitas duvidas em se revelar, na horas que se seguiam. Mas com animo, a rotina, iria se apoderando dele, e de mim, apesar de um sorriso, entre algumas caras feias, a jeito de não me deixar dominar por tantos desconfortos rotineiros, algo veio quebrar todos eles, sem ter a noção, naquela altura, de quantificar o seu tamanho. Não é fácil medir o que tamanho não tem, não é fácil por palavras descrever o que não tem discrição possível aos olhos de quem não acredita que, todos temos os nossos momentos, daqueles que não acreditam que, sonhar é perder o momento, e esse quando damos conta...já passou! A facilidade da escrita é mesmo isto, trocadilhos, atrás de trocadilhos, para escrever o que quer que seja, e descrever uma história, uma aventura ou desventura, um acaso, algo com ou sem sentido, não dando muita importância às palavras, não, não é esse o meu objectivo, pois o que escrevo tem o seu propósito, e por isso, voltando ao momento que iria resultar num imprevisto, e sim, sei que eles existem, e por vezes, esqueço-me que tudo pode acontecer, mesmo sem nenhuma razão aparente ou altura certa de acontecer, o animo que já tinha desaparecido, não sei muito bem onde, deu lugar a uma espécie de realidade anormal, sim, de facto anormal, não pela realidade, mas pelo imprevisto, pelo meio de tanto que se poderia classificar como...mais um dia? mas não tem classificação, não é justo, não sei o que será justo, mas sei que isto não o é, apenas o justifico como "não sei que caminho levo, mas sei que este não quero levar!" e outro caminho tomei, e tudo, e de tudo, e por tudo e sobretudo aconteceu...há dias assim, estava longe de saber como iria terminar este dia, (...)

Abraço-te 

quinta-feira, junho 09, 2011

"Não Desistas de Mim"

Uma ideia que não pára de surgir
Sempre presente no meu pensamento
Na minha mudança está implícito o não desistir
Quero em mim, tudo num todo, exigir
Com toda a sensibilidade do meu sentimento
Nem um pedaço de mim vai partir
Não é apenas de um momento
Na minha própria maneira de agir
Com toda a fragilidade do meu temperamento
Quero em mim entrar, quero de mim sair
O meu próprio renascimento
Tudo o que seja possível para reagir


Não é uma confusão do meu ser…assim
“não desistas de mim”
É uma exigência da minha pessoa
Por pior mais que isto doa!!! 
Abraço-te

sexta-feira, maio 27, 2011

Os Pedaços


Faço e desfaço-me em pedaços, quero reconstruir todo o meu ser, eu mesmo em perfeita harmonia, leva-lo a um nível inatingível, mas…ficarei pelo impulso? Por querer ser o que não tenho sido, querer fazer o que ainda não fiz, uma reconstrução difícil… Apresento em mim várias dificuldades, apropriadas para evitar a reconstrução, como se de mim há a iniciativa de rejuvenescimento, e de mim também a força de me manter com estou.
As duas faces de mim...

Uma em fúria, outra em desespero, pelo rejuvenescimento, outra marcada pelo tempo, seja ela pela experiencia ou pela novidade imposta. Quero renascer das minhas próprias cinzas, negras, desfeitas pela experiência, embora ela não sendo importante neste momento, pesa neste corpo que necessita de mais uma mudança...

Assim como o tempo que variavelmente muda
O frio que congela os meus ossos
Assim como o sol, esconde-se em nuvens cinzentas
E a chuva…que venha a chuva regar a minha alma
Que venha a chuva desfazer-me pela terra
E nela crescer com o primeiro ar da primavera

Sim a primavera…
Assim posso nascer…
E mais um ciclo encerra e outro se inicia
E tudo recomeça…

E o tempo corre…E o tempo corre…
É agora o Momento? Este momento …já passou
E os pedaços de mim, onde estão?
Reconstrução…não me parece
E se assim acontecer…
Continuo…
Abraço-te sem te ver!

Abraço-te

quinta-feira, maio 05, 2011

"Socorro"

"Sinto-me na lua, no céu e no inferno
Estou nas nuvens e o inferno em mim
Mas o que é este sentimento...assim
Será o que sinto...amor, será eterno?

Como é possível doer tanto
Lembro-me das palavras entretanto
"amor é fogo que arde sem se ver"
Mas o que vou, com "isto", fazer?

Choro sem conseguir me conter
A quem posso socorrer
A ti ? Mas ... Ainda agora te conheci
O que te poderia dizer? Fugi...

Procuro entre tudo e todos
Sem conseguir te ver
Assim procuro de vários modos
Algumas respostas do que vou fazer"

...

Foi assim comigo um dia
E há uns anos tive de lidar como podia
Agora não, e tu que neste momento
Atravessas todos estes sentimentos
Tens a quem recorrer
Há quem te possa ajudar

Linha LGBT

Abraço-te

sexta-feira, abril 22, 2011

Passo a Passo II

Continuo passo a passo,
indo mais além,
mais um obstáculo ultrapasso,
com uma grande curiosidade também...

Sinto tudo em mim como uma descoberta,
algo inevitável na minha curiosidade,
não sei se é a sensação correta,
confusa está a minha personalidade...

Deixo em ti, ao teu cuidado,
a descoberta da minha personalidade,
eu sei...algo precipitado,
é mais um ponto da minha saudade...

Ignoro a minha racionalidade,
e tudo o que acho ser aceitável,
mas esta é a minha verdade,
o que não é algo único nem instável...

Exploro o inacessível,
o que em tempos era impossível,
vou passo a passo,
sem ter ideia sobre o que faço...

Já vejo o final deste trajecto,
tudo em mim balança,
será isto um projecto,
deposito tudo na minha esperança...

Poderia nesta altura dizer,
movo montes e montanhas,
rios, mares e oceanos, poderia escrever,
e tamanhas façanhas...

E poderia ser para te ver porventura,
mas não será disso estou certo,
chego onde quero ... fim do trajecto,
dou o primeiro passo, parto a aventura...

Abraço-te

sexta-feira, abril 08, 2011

O Ponto da Saudade

Afinal digo-te com Clareza
Sem mestria ou fundamento
O som da tua beleza
Transpõe em ti o sentimento

Sem mestria ou fundamento
Desinibido de intenções
Sejam as que foram no momento
Que nada te impeça ... ou razões

O som da tua beleza
Que seja cheio de liberdade
Deixa cair essa fortaleza
Reconstrói a tua espontaneidade

Transpõe em ti o sentimento
É o que esperava de verdade
Sem sonho ou pensamento
O ponto da minha saudade

Abraço-te

domingo, março 20, 2011

Passo a Passo

Por cada passo que dou
Mais um caminho que se revela
Inúmeras escolhas por quem não optou
Inúmero de opções o qual me leva

A opção de em cada passo, um caminho
É uma opção inspiradora
Desafiante, por vezes desinibidora
Que por vezes observo no meu cantinho

O receio de dar cada passo
As vezes a medo, outras sem pensar
É o caminho que geralmente faço
Sem a minha vontade... É o meu caminhar

E assim continuo sem saber onde me vai levar
Uns dizem... é a vida! Pois apresenta sempre varias opções
Eu penso que é a escolha, a opção que em cada um das situações
É assim passo a passo o meu caminhar


Abraço-te

sexta-feira, março 11, 2011

Assim estou...

Assim estou e assim fico, de facto admito
Estar sem estar num estado indefinido
Pensar em estar sem atrito
Ler sem imaginar-te lendo contido

Não fiques assim por me ler
São palavras escritas em vários momentos
Que vão mudando com os ventos
Ficam todos os sentimentos
Que é muito mais do que possa escrever

Deixo-te as curiosidades
Do nosso encontro
Irá deixar saudades
Para um reencontro

Onde estas? Pois não sinto a tua presença
O que fazes? Pois não sinto o teu braço
Onde sonhas acordado? Isso faz muita diferença
O que sentes? Não vês o que faço?

Apenas abraça-me sem me abraçar
Assim toca-me sem me tocar
Arranca o meu sorriso a brilhar
Farei tudo isso no nosso Sonhar


Abraço-te

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Quadrado


Por este lado
Sinto-me limitado
Vejo na parede ao lado
O meu reflexo desajeitado
Não estou apertado
Nem estou apressado!
Por outra parede ao lado
Vejo algo renovado
Bem processado
Embora mal visionado
Está inacabado
Apenas não estou esforçado
A contemplar-te afinado!
Em frente é objecto começado
Com um passo desenfreado
Depois de estar aprisionado
Liberto as minhas asas cansado
Agora mais acordado
Sinto-me abraçado
Livro-me deste quadrado...
Abraço-te

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

O gesto

Há palavras que são de facto como gestos
Palavras, que mesmo não sendo proferidas,  
Em silencio são como um gesto
Incalculável ... Inaceitável ... Impensável


Mas um gesto não deixa de valer por mil Palavras
E torna-se a chave de qualquer momento
Vivido com muito sentimento
Imperdivel ... Intangível ... Impermutável 


Um sentimento explicado com um momento
Incandescente, surpreendente, e torna-lo permanente
A virtude de trocar algo por um gesto simples
Imaculável ... Incalcinável ... Inquebrável


Como o meu maior gesto ... ABRAÇO-TE

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Abraço o Vento

Abraço-te no vento
Mesmo sem alento
Só pelo simples gesto
Como se fosse um manifesto
Mas com vontade
Sem perder a oportunidade
De abraçar o vazio que ficou
O que o vento mudou
Não estou a testar a imaginação
Nem querer perder a razão
Abraço o Vento
Neste Momento


Abraço-te

quinta-feira, janeiro 13, 2011

O Cego

Espero no meu desespero, esperar por quem desespera...
Aquele que por mim anda a vaguear
Só, simples sem anseios...O mundo é uma esfera
Os ciclos são círculos, e assim vão continuar
Olho para alem sem ver ninguém
Para o desconhecido, por vezes até perdido
Num horizonte distante, confiante com desdém
Como se para sempre se fosse assim como ido

Vejo o cego que me cega onde não estou
Tapo os olhos ao que me alcança
Fujo do que vejo, sem ver o quer sou
É isso diz o cego... Confiança!!!
Sem estar, estarei um dia onde não penso estar
Onde será ? não, não quero saber
Estarei onde for, onde hei-de me adaptar
Serei o que for, serei agora o que ser

Alcanço o impossível, corrigível e indigno de alcançar
O que for meu por direito, meu será
O que perder, se for essa a condição... irei aceitar
Crescer, viver, sonhar, amar...tudo acontecerá

Abraço-te